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Adolescente absorvido pelo celular à noite enquanto a mãe observa preocupada

Quando a tela controla a rotina do seu filho, tirar o celular não resolve.

Irritabilidade, notas em queda, sono bagunçado, isolamento e brigas constantes raramente são problemas separados. Descubra o que está por trás — e qual é o próximo passo.

Online, todo o Brasil 2 novas famílias por semana CRP-04/63392

Talvez você já tenha tentado de tudo.

Reforço escolar, castigo, controle parental, novas regras — e mesmo assim as discussões aumentam e seu filho parece cada vez mais distante.

Explosões de raivaIrritação intensa quando precisa parar
Uso escondidoTelas durante a madrugada, longe dos pais
Escola em quedaNotas, foco e entregas piorando
Vida offline apagadaDesinteresse por tudo que não é tela
Conflito diárioDesobediência, discussões e isolamento

O problema não está só na tela.

Está no nexo entre tecnologia, emoções, comportamento e relações familiares.

O ciclo que se repete

Por que proibir funciona só por alguns dias?

01DesconfortoTédio, frustração, ansiedade ou solidão
02TelaRecompensa e alívio imediatos
03SubstituiçãoA vida offline perde espaço
04ConflitoOs pais retiram, o ciclo recomeça

Retirar o aparelho interrompe o acesso. Para mudar o padrão, é preciso compreender a função que a tecnologia passou a exercer e reorganizar a dinâmica que a mantém.

Retrato do psicólogo Rodrigo Volponi

Quem conduz

Rodrigo Volponi

Psicólogo clínico especialista em comportamento digital. Não apenas estuda como o ambiente digital influencia o comportamento humano — vive os mesmos desafios de criar filhos em um mundo conectado.

Mestrado em CyberpsychologyNottingham Trent University, Reino Unido
Pai de três filhosVive os mesmos desafios que atende
Época, Forbes, À Deriva, LutzEntrevistas sobre comportamento digital
Autor pela Alta Books“Cyberpsicologia & Marketing Online”
Rodrigo Volponi com a esposa Luciana e os três filhos

Antes de psicólogo, sou pai.

Meu nome é Rodrigo Volponi. Sou psicólogo, esposo da Luciana e pai de três filhos: Ragnar, Atena e Lyanna.

Minha infância foi muito diferente daquela que nossos filhos vivem hoje. Passei grande parte dela brincando na rua, praticando esportes e, ocasionalmente, assistindo à televisão, especialmente à extinta TV Manchete, onde conheci meu desenho favorito, Cavaleiros do Zodíaco.

Hoje, é comum vermos crianças com celulares ou tablets durante as refeições, no carro, antes de dormir ou sempre que surge algum momento de tédio. Não digo isso para julgar outros pais. Eu também conheço, dentro da minha própria casa, a dificuldade de criar filhos em um mundo no qual as telas estão sempre disponíveis e parecem oferecer uma solução imediata para quase tudo.

A diferença é que minha formação como psicólogo e meus estudos em Cyberpsychology me permitiram compreender melhor como a tecnologia influencia o comportamento, as emoções e o desenvolvimento das crianças. Esse conhecimento não tornou a paternidade simples, mas me deu critérios mais claros para tomar decisões, estabelecer limites e construir uma relação mais equilibrada entre meus filhos e o ambiente digital.

É essa compreensão, construída entre a ciência, a prática clínica e a experiência real de ser pai, que quero compartilhar com sua família.

Protocolo NEXO

Um processo psicológico em 10 sessões para compreender e reorganizar a relação entre criança, família e tecnologia.

Fase 1 • Sessões 1–2

Compreender o nexoMapeamos comportamento, rotina, sono, escola, gatilhos, necessidades emocionais e a função das telas.

Fase 2 • Sessões 3–5

Reorganizar a dinâmicaConstruímos limites, rotinas, acordos e mudanças ambientais que a família consiga sustentar.

Fase 3 • Sessões 6–8

Reconstruir conexãoTrabalhamos vínculo, comunicação, regulação emocional, interesses e experiências fora das telas.

Fase 4 • Sessões 9–10

Construir autonomiaConsolidamos avanços e preparamos a família para recaídas, mudanças e novas tecnologias.
Mapa NEXOO que sustenta o comportamento digital nesta família
Plano de ReorganizaçãoLimites, rotina e mudanças adaptadas ao caso
Plano de AutonomiaManter os avanços sem vigilância permanente

Não se trata de transformar a tecnologia em inimiga.

Trata-se de devolver a ela um lugar saudável na vida da criança e da família. As fases orientam o processo, mas a dinâmica se adapta à idade e às necessidades de cada família.

Primeiro passo

Avaliação Inicial da Dinâmica Familiar

Uma conversa aprofundada com os responsáveis para compreender o comportamento da criança ou do adolescente, sua relação com a tecnologia e os impactos sobre estudos, sono, emoções e convivência.

  • Online, para todo o Brasil
  • Duração de 1 a 2 horas
  • Pai, mãe ou ambos pelo mesmo valor
  • Orientação dos próximos passos

Investimento

R$ 600

A continuidade no Protocolo NEXO só é indicada após a avaliação do caso.

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Para quem é

Esta avaliação pode ajudar se...

  • Você sabe que existe um problema, mas não compreende sua origem
  • As tentativas de impor limites não se sustentam
  • Existe dúvida sobre TDAH, ansiedade ou uso problemático
  • A tecnologia afeta escola, sono, vínculo ou comportamento

Da primeira infância à adolescência

Com crianças pequenas, o trabalho ocorre principalmente com os responsáveis. Crianças maiores e adolescentes podem participar depois, quando houver indicação clínica.

Dúvidas frequentes

Antes de decidir

Meu filho precisa participar da primeira sessão?

Não. A avaliação inicial é realizada com o pai, a mãe ou ambos.

Será necessário retirar completamente o celular?

Não existe uma resposta única. A orientação depende da idade, da rotina, dos prejuízos observados e da função que a tecnologia exerce naquele caso.

O comportamento pode estar relacionado ao TDAH?

Essa possibilidade pode ser discutida, mas a avaliação não parte de um diagnóstico antecipado. Quando necessário, será indicada avaliação complementar.

A primeira sessão já inclui o Protocolo NEXO?

Não. Ela é uma avaliação independente. O acompanhamento somente será recomendado se houver indicação.

O atendimento é somente para casos graves?

Não. A família pode buscar orientação assim que percebe que o uso da tecnologia começa a prejudicar a rotina, os vínculos ou o desenvolvimento.

Você não precisa resolver sozinho um problema que ainda não compreende.

O primeiro passo é entender o nexo entre o comportamento do seu filho, a tecnologia e a dinâmica da família.